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  • junho 20, 2012

    Leia o texto com o acompanhamento da trilha sonora:

              Oh, querido! Nem venha se render, pois eu não te quero de refém. Te quero hoje, agora, sem salada e acompanhado de vinho, com classe elegância, mas sem sentimentos, por favor. E se for pedir muito, não se engane por causa do meu jeito doce e meu suave. Sorrisos e rostinho são dizem nem um terço sobre mim, amorzinho!

             Sou como um desses animais selvagens, levo a vida um dia após o outro, sem pressa alguma e sem medo nenhum de não ter uma mesma cama para dormir pelo resto da eternidade. Eternidade pra quê? A vida se faz agora, alias, eu faço agora, no arroz e feijão, sem muito açúcar ou coração. Eu gosto do que é bom, do quê é pratico, desfrutável. O excesso jogo fora.

         O quê estraga a vida é essa mania de exagero que as pessoas têm: amar compulsivamente, casar compulsivamente, procriar compulsivamente e passar o resto da vida resmungando compulsivamente das próprias escolhas.

             Por isso, meu amor, que eu faço as melhores escolhas: os melhores vinhos, vodkas, whiskys, noites e homens. Não quero nada que não me dê possibilidade de desistir no meio do caminho, sem maiores problemas. Afinal, se eu não quiser mais aquela bebida, eu jogo fora, mas e se eu não quiser mais um casamento, não será tão simples assim, não é? Eu sei o quê é bom, bem, ao menos o quê é bom pra mim. E pra mim bom mesmo é ser livre, como um animal selvagem, indomado, que não tem coleira, algemas e tão pouco alianças. Como isso é bom! Correr livremente pela vida, sem ter que dá explicação nenhuma à ninguém.

              Mas se quiser me acorrentar, eu até te deixo tentar. Daí a gente conversar por algumas horas, tomaremos um drink e eu volto pra minha cama e pra minha liberdade no fim da noite, como todas as noites, como sempre vai ser. Talvez, propositalmente, eu até te faça crê que eu quero algo além com você, talvez eu até finja em algum misero momento que você é especial pra mim. Mas será somente o meu lado atriz testamente minha habilidade de interpretar, não é proposital te machucar, mas se acontecer, o quê eu posso fazer? Beijinhos, beijinhos e tchau, tchau!


    Ps: E você, faz o tipo “solteira feliz” ou “romântica apaixonada”? Compartilhe sua opinião  sobre o texto aqui embaixo conosco!
    junho 18, 2012



    Até gosto desse frio que invade a minha janela, enquanto corto as madrugadas dentro do meu carro, como um refúgio que se move constantemente e dentro dele, alguém que não se move, estático. Como se o carro fosse o corpo e eu fosse o coração. Um coração menos motivado, que bate só para manter vivo. O motor então deve ser a mente, que não para nem por um segundo, nem me deixa parar.

    Já tem dias que ela foi e eu ainda continuo procurando, para ver se por acaso vejo ela por aí, de madrugada, como ela gostava de sair e eu sempre dizia que estava com sono. Ela dizia que a noite trazia alívio e por isso era tão bom andar pelas ruas de meia, apenas à luz da lua e dos postes. Quem diria que aquela visão tosca das coisas se tornaria poesia depois que ela decidisse caminhar sozinha e largar minha chatisse?

    Agora não paro de ouvir Lenine, pra que eu imagine que o sotaque dela está por perto.  E fico esperando pra ver se você encotra a trilha de cigarros que vou deixando por onde passo. A impressão que dá é que a madrugada é mais longa do que o dia, que seus olhos são mais castanhos nas fotos e que esse papo de signo que você tanto falava é verdade.

    Como você levou o cachorro e ele seria o unico ser que suportaria minha presença, tive que criar expectativas pra não ficar tão só. E eu preferiria ter aquele bicho enorme comendo meus sapatos e rasgando os sacos de lixo, do que estas expectativas que não dormem nunca e ficam a noite toda pedindo comida. Por isso ainda não voltei pra casa. Tenho certeza de que elas vão estar ao pé da cama e não vão me deixar dormir.
    junho 16, 2012
    Leia o texto com o acompanhamento da trilha sonora:


             Uma pergunta que sempre achei extremamente intrigante: porque diabos, aquelas caras que saem com qualquer mulher, apenas em busca de sexo, se acham tão fodas? Eu indago essa maldita pergunta sem achar um motivo racional. E francamente, vamos combinar que não há nada de racional nisso, esse tipo de cara mais parece que acabou de chegar da idade da pedra.

             E se tem uma característica incrivelmente estúpida nesse tipo de cara, é que quase sempre eles se aproximam das mulheres como lobos em pele de cordeiro: prometem mundos e fundos e iludem seus pobres corações, apenas em busca de uma trepada, por luxuria, sem nenhuma outra finalidade.

             COMO ASSIM?! Pra que diabos ele iludiu a pobre moça, fingiu ser um príncipe, quando só era mesmo um lobo mau querendo devorar a coitada da chapeuzinho? Tá, tudo bem, estou exagerando um pouco, não existem “chapeuzinhos vermelhos” ou “labos maus”, mas existem sedutores baratos em busca de sexo e suas vitimas, que por muitas vezes não tem malicia de entender o joguinho deles.

             E a pior parte dessa historia é final infeliz: o comedor filho da mãe, despacha a mulher e depois sai por ai contando tudo que aconteceu e não aconteceu, como se o quê ele fez fosse algo que deveria se orgulhar, algo pra ser exibido como um troféu. ACORDA MEU FILHO! Uma transa não é algo publico, se fosse, as pessoas não iriam à motéis e resolveriam fazer logo sexo em praça publica, que é pra todo mundo ficar sabendo e te poupar o trabalho de ir contar pros seus amiguinhos tão medíocres, quanto você.

             E a mulher? Bem, se ela der o azar de morar em uma cidade pequena, logo, logo todos os caras vão saber da sua fama de “fácil”, “aquela que dá pra todo mundo” e aquele velho blábláblá de quem parece que não tem roupa pra lavar em casa e ainda nem saiu do seculo passado. Logo, vai ser muito, mais muito difícil ela encontrar um cara bacana que realmente queira dar valor pra ela, já que ainda nos dias de hoje, (infelizmente) tem muito cara bacana que cai nesse papo dos otários, por puro e estúpido preconceito.

             E vocês, caras que fazem isso, se dependesse de mim, vocês seriam punidos com um cabo de vassoura de 2 metros, queria ver vocês saírem contado essa pra rapaziada, ah, como eu queria!


       Ps: E você, o quê faria com filho da puta desses? Venha aqui em baixo no comentários compartilhar conosco sobre o método de tortura que você usaria. Afinal, para eles, tortura nunca é demais!

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