Posidonia: Formentera Prefere O Ecossistema Antes Que Os Iates 1

Posidonia: Formentera Prefere O Ecossistema Antes Que Os Iates

Pierre-Yves Cousteu se prepara para mergulhar em punta de Sa Pedrera, um canto ao norte de Formentera, onde um terraço de arenito é interna abruptamente pela água, como uma varanda de pedra torrada sobre o azul do Mediterrâneo. É uma tarde de outubro de verão, o sol brilha com potência e a água está em 23º, condições ideais para o mergulho. A poluição, o excedente de pesca e outros impactos humanos têm destruído locais que, há somente novas décadas, estavam cheios de existência.

Cousteu usa estas filmagens de ontem e de hoje como uma ferramenta de conscientização ambiental e, por intervenção de seu projeto Cousteau Divers, chama a atenção para a deterioração ambiental que sofre o planeta. Mas dessa vez o efeito será contrário. Quando saímos da imersão, o jovem Cousteau o faz com um grande sorriso de euforia. Vimos uma multidão de juvenis, grupos de atuns, meros, polvos, bancos de barracudas e até cavalos marinhos, movendo-se a respeito de um cenário cheio de formas e cores. Cousteau, um vivo retrato de seu pai, com o mesmo assistir azul, seu nariz aquilino correta e um corpo humano tão magro que até o neoprene lhe fica fraco.

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A teu lado explicando alegria o escocês Richard Aspinall, um fotógrafo submarino de revistas internacionais especializadas, o que deixa eufórico da água: “Apesar de tudo um cavalo de mar, afinal de contas!”. Leva anos fazendo mergulhos e não tinha conseguido visualizar até hoje uma espécie que tornou-se muito escassa.

O guia do grupo, o biólogo Manu São Félix, assente alegre. É diretor de Imagem Submarina do programa Amor Seja a National Geographic, uma iniciativa dirigida pelo oceanógrafo Enric Sala que tem inspirado a proteção de 4 milhões de quilômetros quadrados de oceano em o mundo todo. Embora últimante São Félix da voltas por o globo filmando desde a Patagônia até a Polinésia, a tua residência está em Formentera.

Há mais de 25 anos de idade que vive pela ilha e foi dedicado este tempo pra fotografar seus fundos e alertar a respeito teu estado de conservação. A posidonia só cresce no mar e é um organismo incomparável. Embora viva perante a água, é na verdade uma planta; tem raízes, flores e frutos e é peça-chave do litoral, pois mantém limpas as águas e areias, e estimula a vida marinha. Realiza em nossas latitudes diversas das tarefas que os corais cumprem nos trópicos. Apesar de suas virtudes, a posidonia é uma enorme desconhecida pra maioria das pessoas.

Muitos não saberão dar nome, entretanto qualquer um que tenha veraneado no Mediterrâneo a terá visto, ou ao menos tuas folhas. São essas fitas castanhas ou verdes que aparecem boiando pela beira do mar, principlamente em dias de ondas e que, algumas vezes, são percebidas como algo que suja a praia.